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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Arte de ser psicólogo

Eu acho na sua mente
Aquilo que se perdeu,
E lhe levo a ser o dono
Novamente do seu eu.
No seu subconsciente
Vamos entrar, você vai ver
E descobrir novamente
A alegria de viver.

terça-feira, 24 de março de 2015

Lidando com a ansiedade

Estamos vivenciando diariamente situações que geram ansiedade, seja para uma entrevista de trabalho, seja uma ida ao supermercado, ou até mesmo na apresentação de um trabalho na faculdade.
Mas, como lidar com essas emoções? Deixar de realizar sonhos, deixar de frequentar locais por nos sentirmos tão frágeis?

imagem:: Google


A ansiedade é uma emoção humana normal. Porém temos o chamado Transtorno de Ansiedade que gera medo, preocupação em excesso que podem até incapacitar a realizar algumas tarefas do cotidiano. Essa sim, merece toda atenção e cuidado.
  • São muitas, as mais frequentes: transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtorno do pânico, transtorno de ansiedade social, fobias específicas.
  • Sintomas físicos: taquicardia, suor nas mãos, tremedeiras, boca seca, formigamento, tensão muscular, dor ou aperto no peito; 
  • Sintomas psíquicos: pensamento incontroláveis, repetitivos, medo, preocupação, pesadelos, insônia, perda de concentração, entre outros.
Caso sinta tais sintomas procure ajuda médica para realizar a correta avaliação, o tratamento pode ser medicamentoso, psicoterapia, dieta saudável, inclusão de exercícios físicos.
Para maiores orientações, estou disponível em orientação psicológica online através do site www.psiregina.com.br




terça-feira, 3 de março de 2015

Psicólogo online

Psicólogo online é possível sim, e é autorizado pelo Conselho Federal de Psicologia caso o psicólogo seja aprovado a prestar esse serviço.
As sessões ocorrem via skype, período de 50 minutos, com ou sem uso de câmera.
Valor da sessão: R$ 70,00, pode ser pago por depósito/transferência bancária ou pagseguro.

Brasileiros que estão no exterior também podem se beneficiar!!
 
Visite: www.psiregina.com.br ,tire dúvidas, e agende uma sessão.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015


quinta-feira, 27 de março de 2014

Medo de Rejeição

Mais uma participação minha, dessa vez na Revista Medicina Social (jan/fev/mar)



Medo de rejeição
“O temor da reprovação, quando positivo, faz com
que a pessoa se prepare, estude e se aprimore” (Psicóloga e Psicopedagoga Regina Deichmann Ferrarezzo)



Tolerar situações desagradáveis, sem dizer nada, pode ser mais prejudicial para a saúde, o bem-estar e até para os relacionamentos que expor uma opinião.
Para o terapeuta holístico André Lima, aqueles que preferem ficar calados receiam que o outro, ao demonstrar não gostar de suas atitudes, esteja sugerindo que elas não tenham valor e, por isso, são indignos de receber amor. “O medo de reprovação tem a ver com o medo de ser rejeitado e, por isso, as pessoas estão sempre buscando reconhecimento e aprovação”, diz. Lima ministra treinamentos voltados para o desenvolvimento pessoal e profissional com base em uma técnica criada pelo psicólogo norte-americano e estudioso de acupuntura e cinesiologia Roger Callahan, chamada Emotional Freedom Techniques (EFT). O método consiste no desbloqueio dos canais energéticos, que são chamados de meridianos, enquanto a pessoa se sintoniza em um problema emocional ou físico. Os meridianos são os mesmos estudados pela acupuntura. Para ele, existem níveis de intensidade do medo de rejeição e da busca por aprovação e reconhecimento.
“Quanto mais baixa a autoestima, mais intenso tende a ser o medo da reprovação, que pode se manifestar não só pela dificuldade em expressar opiniões como também pelo medo de fazer perguntas em sala de aula, falar em público ou pelo desconforto ao ser o centro das atenções. Também pode ser revelado pela necessidade de agradar os outros e de impor limites; de levar tudo para o lado pessoal; pela preocupação excessiva com a aparência; ou, ainda, pela necessidade de se defender ou de provar o contrário.”
“A opinião dos outros a seu respeito só o incomodará se você estiver com a autoestima baixa. Do contrário, quando a sua autoestima está elevada, os níveis de autoaceitação e autoaprovação também são altos e, por isso, opiniões de terceiros terão pouco ou nenhum poder sobre o seu estado emocional”, acrescenta.
Por outro lado, a psicóloga e psicopedagoga Regina Deichmann Ferrarezzo relata que o medo da reprovação também pode ser positivo. Neste caso faz com que a pessoa se prepare, estude e se aprimore. Ela explica que, quando a pessoa não consegue realizar tarefas ou sonhos, é porque desenvolveu um medo patológico que é, na verdade, um estado emocional pessoal. “O medo patológico pode se manifestar em razão de uma situação de estresse ou de ansiedade excessiva, por exemplo. Pode também ser oriundo de uma situação traumática vivenciada anteriormente, como um assalto”, diz. A psicóloga também afirma que a pessoa com medo pode desenvolver doenças como gastrite, depressão e transtorno do pânico. Em um ambiente de trabalho terá dificuldade em lidar com os colegas e se impor, além de demonstrar dificuldade em lidar com figuras de autoridade, expor pensamentos, opiniões e projetos. O medo patológico, no entanto, pode ser tratado. Segundo Ferrarezzo, para que isso seja possível, a pessoa precisa, antes de tudo, ter consciência de que esse medo está acarretando prejuízos e precisa ser transformado em medo positivo. Ela conta que seu trabalho visa, inicialmente, fortalecer a autoestima da pessoa, controlar sua ansiedade, realizar treinos para domínios das emoções e do corpo, para que possa se sentir segura e se preparar para enfrentar problemas de maneira saudável.
A psicopedagoga Lucy Duró, da Evoluir Educacional, empresa que dá suporte didático-pedagógico para o profissional de educação, retrata, contudo que, apesar de o medo ser uma defesa do organismo, que tem como objetivo afastar a pessoa do perigo, ele não é uma patologia e, por isso, não se pode falar em cura. “Na medida em que a pessoa se afasta daquilo que a coloca em risco, não sentirá mais medo. Contudo, dependendo da situação, o medo poderá suscitar um impacto psíquico como um trauma que possibilita desencadear futuras psicopatologias”, diz, ao frisar que cada caso tem suas particularidades que devem ser consideradas pelo profissional responsável por avaliar e determinar o tipo e o tempo de tratamento indicado.
Na visão de Cássia Solange de Oliveira Lourenci, consultora de Recursos Humanos da 4People, empresa de serviços na área de formação e consultoria empresarial, a baixa autoestima e a falta de confiança podem surgir em qualquer etapa da vida, mas em geral aparecem na infância ou adolescência, fases em que a personalidade das pessoas é construída. “Elas atrapalham todas as relações de uma pessoa, pessoais e profissionais, e, portanto, podem impedir um crescimento na carreira.” Ela explica que em coaching não se fala em cura, mas em eliminar ou minimizar o sentimento de constrangimento que impede as pessoas de alcançarem os seus objetivos. “Contribuímos para o desenvolvimento da competência necessária para istopor meio da mudança de paradigma e hábitos”, diz.  
(Renata Bernardis – revista Abrange, medicina social de grupo – Jan/Fev/Mar 2014, paginas 22 e 23)






terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Orientação Psicológica Online


Pela terceira vez fui aprovada pelo Conselho Federal de Psicologia a realizar orientação psicológica on line.
Orientação por skype ou e-mail.

Pagamento pode ser feito com depósito, transferência ou pag seguro.

Mais informações no meu site:
www.psiregina.com.br




terça-feira, 30 de julho de 2013

Rituais invasivos

 Está matéria conta com a minha participação!

Rituais invasivos

Atos e pensamentos compulsivos? Manias em excesso? Esses sintomas podem significar TOC e merecem toda a atenção
Verificar várias vezes se a porta está fechada. Ligar e desligar a lâmpada seguidamente. Limpar repetidamente a mesa. Conferir incansavelmente se o despertador está programado. Esses são apenas alguns exemplos de situações cotidianas de quem tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo), repetição compulsiva de um determinado comportamento ou pensamento.

Frescura que nada. "Em casos graves, impede o paciente de ter uma rotina normal, como trabalhar, estudar, frequentar igreja, supermercados, é um tormento diário, algo que parece nunca ter fim", conta a psicóloga Regina Deichmann Ferrarezzo.

A doença também pode se manifestar apenas por meio de pensamentos obsessivos. "O paciente pensa a mesma coisa por dezenas, centenas de vezes, impedindo de prestar atenção em algo, em dormir, em trabalhar", explica a psicóloga, que ainda alerta para uma terceira, e mais severa forma de TOC. "É a pior forma, pois apresenta os dois anteriores juntos na mesma pessoa. É muito sofrimento", destaca.

Probabilidade
O psicólogo cognitivo comportamental Flávio Mesquita explica que é comum os sintomas surgirem próximo à adolescência. "É uma época em que o sujeito encontra-se sob pressão de uma série de critérios e ainda não conseguiu 'aprender' a lidar com a ansiedade. Por isso acaba desenvolvendo mecanismos inadequados que servem para aliviar a ansiedade, os chamados 'rituais", conta.

Cuide-se
Se você tem pensamentos obsessivos e rituais compulsivos, deve procurar ajuda. O diagnóstico é clínico, ou seja, não existe um exame. "Para receber o diagnóstico de TOC é necessário que o indivíduo tenha os sintomas ou atos compulsivos na maioria dos dias, por pelo menos duas semanas consecutivas. Deve estar causando incômodo", explica Regina. Para tratar a doença, é preciso ter acompanhamento psiquiátrico para o uso de medicamentos e, também, de psicólogo, para a realização de psicoterapia.
Rituais invasivos
Paulo* não saia de casa antes de beijar várias vezes as imagens dos santos
José Roberto Bueno / O Liberal
Na pele!
Paulo* teve TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) dos 15 aos 18 anos. Hoje, com 20 anos, o estudante faz tratamento no centro espírita, usa medicação e, também, faz terapia. Ele afirma que está super bem, mas nem sempre foi assim. "Cheguei num ponto que eu não conseguia mais dormir, minha vida era angustiante", conta. Pensamentos obsessivos eram um dos grandes incômodos, mas rituais compulsivos também atormentavam o jovem. "A cabeça ficava pensando coisa ruim e eu tinha várias manias. Deixava tudo arrumadinho, um tênis um na frente do outro, na posição exata, ficava meia hora arrumando para nada. Tinha vários santinhos, antes de sair de casa tinha que beijá-los umas duzentas vezes", explica.

Para Paulo, que hoje não tem mais TOC, o único caminho é procurar tratamento. "O problema é a pessoa não assumir que tem, mas é uma doença como outra qualquer", conclui.

* A identidade foi preservada a pedido da fonte
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